Convenção Coletiva
de Trabalho 2010-2011

Ler mais...


Cerimônia de posse da nova diretoria 2010/2013
  Com o término das Eleições Sindicais e a consagração da Chapa 1 como vencedora a Nova Diretoria com intuito de realizar uma confraternização com a categoria, empresários do setor, autoridades, familiares, amigos e convidados promoveu a sua festa de cerimônia de posse no dia 14/01/2011 nas instalações do salão de festa do Hotel Royal, localizado em Copacabana, no Estado do Rio de Janeiro.
O evento elogiado por todos que compareceram foi a solidificação do quanto é possível a junção em favor de uma causa coletiva pelo bem de todos.
Ler mais...


Chapa 2 tenta anular as Eleições
Em respeito àqueles sócios que depositaram a sua confiança na Chapa 1 nas eleições do nosso sindicato, ocorrida entre o período 05/10/2010 à 29/10/2010, informamos que por total insatisfação pela sua derrota a Chapa 2 representada e se auto-denominando cordenador - W.S. - interpôs perante o Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro, na data de 16/11/2011 uma representação contra todo o processo eletivo 2010/2013 sob argumentação de que não houve lisura, e com isso objetiva-se a sua anulação...
Ler mais...


O Sindicalismo está em alta?
Alguns fatalistas chegaram a decretar o fim dos Sindicatos e deram "adeus ao proletariado". Os donos do capital, avarentos por lucros, festejaram o declínio da força dos trabalhadores. Os fatos pareciam confirmar os maus presságios. No mundo todo e no Brasil, os índices de sindicalização despencaram, as assembléias se esvaziaram e as greves perderam ímpeto. A crise, decorrente de fatores objetivos e subjetivos, afetou todas as correntes que atuam nesta arena da luta de classes.

As taxas medíocres de crescimento da economia capitalista, com seus recordes de desemprego, a ofensiva neoliberal de regressão dos direitos trabalhistas, e o intenso processo de reestruturação produtiva, com a introdução de tecnologias poupadores de trabalho vivo e de técnicas gerenciais de classe. Num cenário tão desfavorável, muitas direções sindicais se burocratizaram e abandonaram a perspectiva da luta classista. A crise afetou inclusive Centrais antes combativas, como a CUT.

Sinais positivos
Agora, porém, surgem sinais de certa revitalização das lutas sociais. O declínio do imperialismo ianque, que afunda numa brutal crise econômica e padece na ocupação militar do Iraque, dá novo impulso à resistência dos povos. Já a fadiga do neoliberalismo, maior responsável pelo desmonte do trabalho, impulsiona as lutas dos trabalhadores contra o desemprego e a precarização. No caso do Brasil, o tímido crescimento da economia gera aumento do emprego formal e da renda dos assalariados. O cenário atual, aparentemente, torna-se mais favorável à luta dos trabalhadores.

Alguns indicadores confirmam esta nova tendência. Os índices de sindicalização no país voltam a crescer - de 16% nos anos 90 para quase 20% no ano passado. As greves ressurgem nos setores privado e público. Com o crescimento da economia, o poder de barganha dos Sindicatos cresce - tanto que 87% das categorias obtiveram aumento real de salário em 2007, fato inédito nas duas últimas décadas. Até as pesquisas de opinião apontam uma melhora da imagem do sindicalismo, que subiu de 11º para 7º lugar entre as instituições mais respeitadas pelos brasileiros.

Ousar lutar, ousar vencer
Diferentemente da trágica fase anterior, na qual só se discutia a regressão dos direitos, a agenda sindical agora é mais positiva. Entre outros temas, debate-se a redução da jornada de trabalho, a restrição à terceirização, a concessão de direitos as 6,3 milhões de empregadas domésticas e a ratificação das convenções 151 (direito de negociação coletiva dos servidores) e 158 (proibição da demissão imotivada) da Organização Internacional do Trabalho. Também já foram aprovadas medidas para a ampliação da licença-maternidade e de limitação aos abusos nos estágios.

Apesar das causas objetivas e subjetivas da crise do sindicalismo não terem sido ainda superadas, o cenário hoje é mais favorável às lutas sindicais. Se este diagnóstico estiver correto, o momento agora é de intensificar as lutas dos trabalhadores e fortalecer as organizações de classe. É hoje de ousar ainda mais nas reivindicações e ações classistas, inclusive corrigido as graves distorções do passado recente. O "império do mal" está em declínio e as idéias neoliberais fatigaram, mas o capital não está parado. Ele voltará à ofensiva contra o trabalho.

O sindicalismo não pode perder esta oportunidade mais favorável para defender a ampliação dos direitos dos trabalhadores e a própria superação do sistema de exploração capitalista.
*Altamiro Borges é jornalista, secretário de Comunicação do Pc do B e editor da revista Debate
Fonte: CNTC
 

  Home | Quem Somos | Contatos | Denúncias e Reivindicações
Histórico do Mar | Atividades Subaquáticas e Afins | Notícias | Álbum de Fotos | Videoteca | Quem Procura Acha | Normas e Tabelas